Lembranças

 

Que preguiça, pensar na nossa infância. Perguntam-me: "qual o odor mais antigo de que te recordas?" Fico parada no tempo, sem recordações, sem memória. Esta não reage bem à pressão, à pergunta. Levita algures por aqui, ali ao longe, sem coordenadas, sem morada.

 

Mas o que fazer ao odor a coentros e poejo que me persegue até hoje?

publicado por imprevistoseacasos às 20:00 | favorito